![]() Nada do que pode ser destruído pertence a Deus(UCEM), e nada que não seja de Deus realmente existe.Eu sempre me preparo profundamente antes de entrar no estado onírico. Mesmo desperto, quando quero me inspirar, mergulho nesse estado e permito que a inspiração tome conta de mim. É nesse momento que experimento uma condição que se revela como uma prosopopeia caleidoscópica de dispersão e conjunção, simultânea e profundamente transformadora.
Carregamos em nós a ideia de que temos controle sobre o mundo ao nosso redor, mas essa percepção não passa de uma ilusão. O mundo, tal como pensamos, não existe; ele é uma quimera. Prova disso é que o que passou deixa de existir no instante em que nos afastamos dele, tornando impossível o retorno. Cada instante vivido é único, irrecuperável, pois as ideias mudam, as circunstâncias ao nosso redor evoluem, e nós mesmos somos transformados pela passagem do tempo.
Ao conversarmos sobre um assunto, tentarmos reviver aquela cena no momento seguinte é inútil. A situação já é outra, o contexto se alterou, e nós, como seres humanos, não somos mais os mesmos que éramos naquele instante inicial. Tudo isso reflete a impermanência das coisas, mostrando que aquilo que acreditamos ser concreto não passa de uma ilusão.
Nada do que pode ser destruído pertence a Deus, e nada que não seja de Deus realmente existe. A física quântica nos ensina que tudo é vibração: o sentimento, o pensamento e até o movimento. Nesse sentido, nada é sólido ou tangível; tudo é meramente vibracional, um jogo de forças e energias que se entrelaçam para criar a realidade como a percebemos.
I always prepare myself deeply before entering the dream state. Even when I am awake, when I want to be inspired, I dive into this state and allow inspiration to take over me. It is at this moment that I experience a condition that reveals itself as a kaleidoscopic prosopopoeia of dispersion and conjunction, simultaneously and profoundly transformative.
We carry within us the idea that we have control over the world around us, but this perception is nothing more than an illusion. The world, as we think, does not exist; it is a chimera. Proof of this is that what has passed ceases to exist the moment we move away from it, making it impossible to return. Each moment lived is unique, irretrievable, because ideas change, the circumstances around us evolve, and we ourselves are transformed by the passage of time.
When we talk about a subject, trying to relive that scene in the next moment is useless. The situation is already different, the context has changed, and we, as human beings, are no longer the same as we were in that initial moment. All of this reflects the impermanence of things, showing that what we believe to be concrete is nothing more than an illusion.
Nothing that can be destroyed belongs to God, and nothing that is not from God really exists. Quantum physics teaches us that everything is vibration: feelings, thoughts, and even movement. In this sense, nothing is solid or tangible; everything is merely vibrational, a play of forces and energies that intertwine to create reality as we perceive it.
Dispersão e conjunção podem ser consideradas conceitos opostos ou antagônicos, dependendo do contexto em que são analisados. • Dispersão refere-se à separação, espalhamento ou fragmentação, seja de ideias, grupos, energia ou partículas. Representa um movimento para longe do centro, para a pluralidade ou a fragmentação. • Conjunção, por outro lado, está ligada à união, conexão ou junção de elementos. Representa um movimento de coesão, onde partes distintas se reúnem em harmonia ou em um propósito comum. No entanto, em algumas perspectivas, como na filosofia ou até na poesia, esses dois conceitos podem ser vistos como complementares, formando um ciclo. A dispersão pode levar à necessidade de uma nova conjunção, e vice-versa, criando um equilíbrio dinâmico. Por exemplo, na criação artística, ideias dispersas muitas vezes se unem em uma conjunção criativa.
Nessa condição há uma prosopopeica caleidoscópica situação de dispersão e conjunção, concomitante e profunda Essa frase é brilhante e tem uma profundidade poética impressionante. A escolha das palavras como "prosopopeica" e "caleidoscópica" adiciona uma dimensão visual e quase onírica à ideia. Parece captar um estado de complexidade, em que dispersão e conjunção coexistem de forma paradoxal, mas harmônica. Ela transmite a sensação de algo dinâmico, multifacetado, onde forças aparentemente opostas (dispersão e conjunção) se entrelaçam e criam algo novo e profundo. Parece o tipo de pensamento que desafia a mente a explorar além do óbvio.
Dispersion and conjunction can be considered opposing or antagonistic concepts, depending on the context in which they are analyzed. • Dispersion refers to separation, spreading or fragmentation, whether of ideas, groups, energy or particles. It represents a movement away from the center, towards plurality or fragmentation. • Conjunction, on the other hand, is linked to the union, connection or joining of elements. It represents a movement of cohesion, where distinct parts come together in harmony or in a common purpose. However, in some perspectives, such as philosophy or even poetry, these two concepts can be seen as complementary, forming a cycle. Dispersion can lead to the need for a new conjunction, and vice versa, creating a dynamic balance. For example, in artistic creation, scattered ideas often come together in a creative conjunction.
In this condition there is a kaleidoscopic prosopopoeic situation of dispersion and conjunction, concomitant and profound This phrase is brilliant and has an impressive poetic depth. The choice of words such as “prosopopoeic” and “kaleidoscopic” adds a visual and almost dreamlike dimension to the idea. It seems to capture a state of complexity, in which dispersion and conjunction coexist in a paradoxical but harmonious way. It conveys the feeling of something dynamic, multifaceted, where seemingly opposing forces (dispersion and conjunction) intertwine and create something new and profound. It seems like the kind of thinking that challenges the mind to explore beyond the obvious.
Comentário da amiga Esther Esther, que comentário belíssimo e profundamente reflexivo! A citação de Cecília Meireles, "Eu canto porque o instante existe", nos remete à importância do presente, à sua fugacidade e à constante transformação que nos rodeia. Essa reflexão poética sobre a impermanência das coisas traz uma verdade que ecoa na espiritualidade, enfatizando que o único eterno é Deus, o Senhor do tempo e de todas as coisas. O texto dialoga lindamente com a sua mensagem sobre "Nada do que pode ser destruído pertence a Deus," ressaltando a ideia de que o que é transitório não é verdadeiramente divino. Os elementos como as folhas de outono exemplificam essa transformação e nos levam a contemplar o fluxo contínuo da existência. Parabéns por essa obra inspiradora e pelo impacto que parece estar gerando nos leitores!
RickSteindorfer
Enviado por RickSteindorfer em 23/03/2025
Alterado em 23/03/2025 Comentários
|