

Soneto, do nascimento ao infinitoDo ventre estreito rompe-se a passagem, o ser pequeno ao mundo é lançado, do frio ao calor, segue a viagem, a primeira luz no peito é revelada.
O choro é canto, sopro de esperança, os olhos buscam o novo horizonte, o corpo aprende a vida na mudança, ergue-se frágil, mas já se faz fonte.
Cada toque é raiz de afeto e calma, cada olhar constrói vínculos eternos, cada instante é a memória que embala.
Do útero ao espaço, livre alma, do silêncio ao rumor dos dias ternos, do nascer ao infinito, a vida fala.
By Rick Steindorfer – 15/02/2026
By Rick Steindorfer
Enviado por By Rick Steindorfer em 15/02/2026
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