

Soneto do Silêncio RespiradoNo ventre calmo, a vida se revela, num gesto lento, puro e consciente. O ar percorre a alma e se entrelaça ao ritmo sereno e persistente.
O peito cede à paz que se instala, o medo esvai-se em brisa transparente. A mente escuta o corpo que lhe fala com voz sutil, profunda e eloquente.
Respirar é confiar no instante, é dissolver o tempo em harmonia, é reencontrar o centro pulsante.
Na inspiração, repousa a sabedoria, na expiração, a entrega constante ao dom da vida em sua poesia.
By Rick Steindorfer 24 de fevereiro de 2026
By Rick Steindorfer
Enviado por By Rick Steindorfer em 24/02/2026
Comentários
|