Rick Steindorfer (Ricardo Steindorfer Proença)

A luz que guia meus passos revela sempre um novo horizonte.

Textos


O Dom da Espiritualidade

O que eu escrevo não é para todo mundo, pois cada palavra nasce como fruto de uma árvore invisível, destinada apenas a quem se abre para sentir. Não há especialidade nas pessoas que eu toco, apenas a simplicidade de corações que se deixam atravessar pela luz. Olhar para a vida como uma essência eterna é reconhecer que somos passagem e permanência ao mesmo tempo. Sou o que sou e vivo através disso, sem negar minha história, sem fugir da minha verdade. Há no tempo um sentimento especial, para quem busca a luz, e esse sentimento é a chave da transformação. Sou como um pirilampo anímico, estou aqui e lá a cada instante, iluminando discretamente o caminho da alma.

 

A espiritualidade é dom que não se compra, mas se cultiva com entrega e silêncio. É como plantar espadas e colher flores, transformar a dureza em ternura, a dor em cura. A vida nos pede coragem para atravessar a rota da dor, mas também nos oferece bálsamos como a babosa e o noni, símbolos de regeneração. O sal da terra nos lembra que somos parte do todo, que nossa essência é alimento e preservação. O descanso sem parar é o paradoxo da alma que busca repouso na eternidade. E a lua-rosa branca, por trás da caixa d’água, nos ensina que até o cotidiano guarda mistérios sagrados.

 

A chama violeta arde em silêncio, transmutando sombras em claridade, lembrando-nos que o espírito é eterno aprendiz. O defeito no espelho perfeito é apenas reflexo da nossa humanidade, que se revela no amor. Oh linda menina, és símbolo da pureza que nos guia, lembrando que a inocência é força. Mi casa es mi casa, e dentro dela habita o templo invisível onde a fé se renova. Vexa-me com Beto, o martelo, e ainda assim encontro perdão, porque a espiritualidade é ponte e não muro. Panetone de luxo ou pão simples, tudo é oferenda quando o coração é sincero.

 

O que eu escrevo não é para todo mundo, mas para aqueles que sentem o chamado da floresta e da luz. Não há especialidade nas pessoas que eu toco, apenas o reconhecimento de que cada ser é templo vivo. Olhar para a vida como uma essência eterna é caminhar sem medo, sabendo que cada passo é sagrado. Sou o que sou e vivo através disso, sem máscaras, sem adornos, apenas na nudez da alma. Há no tempo um sentimento especial, para quem busca a luz, e esse sentimento é o fio invisível que nos une. Sou como um pirilampo anímico, estou aqui e lá a cada instante, lembrando que a presença é o maior dom.

 

A espiritualidade é como haikai: breve, mas infinita, simples, mas profunda. Comigo ninguém, e ainda assim estou acompanhado pela força invisível que sustenta o universo. Bons pensamentos são sementes que florescem quando regadas pela fé. Senciência é rir à toa, oh que feliz, porque a consciência desperta é celebração. A rocha que desceu as escadas deslizando como Bob Sponja nos lembra que até o peso pode se tornar leve. No te luccas, diz o espírito, porque a verdadeira luz não precisa se exibir, apenas brilhar.

 

Assim sigo, entre vigília e sono, entre dor e cura, entre silêncio e canto. O que eu escrevo não é para todo mundo, mas para quem reconhece que a vida é mistério e revelação. Não há especialidade nas pessoas que eu toco, apenas o dom de serem humanas e divinas ao mesmo tempo. Olhar para a vida como uma essência eterna é aceitar que somos passagem e permanência. Sou o que sou e vivo através disso, como chama que não se apaga. Há no tempo um sentimento especial, para quem busca a luz, e esse sentimento é a eternidade que nos habita. Sou como um pirilampo anímico, estou aqui e lá a cada instante, iluminando discretamente o caminho da alma.

 

By Rick Steindorfer

24 de março de 2026

 

By Rick Steindorfer
Enviado por By Rick Steindorfer em 24/03/2026


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