

Soneto à Luz MaternaVivemos tempos órfãos de ternura, onde o amor materno parece ausente. O mundo esquece a força que perdura, no coração da mãe, sempre presente.
Não se aprende o valor do seu trabalho, que é feito em silêncio e devoção. O tempo cobra caro esse atalho, de quem despreza a mais pura missão.
Mas há ainda esperança e claridade, na luz divina que à mulher conduz. Ela é o elo entre dor e liberdade.
Que o Espírito Santo lhe traga a luz, pois nela habita a própria divindade, mãe, reflexo da mão que nos traduz.
By Rick Steindorfer Piracicaba, 03 de maio de 2026 By Rick Steindorfer
Enviado por By Rick Steindorfer em 03/05/2026
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