

Soneto do Verdadeiro PoderMuitos pelo poder fazem qualquer coisa, E vendem sua alma ao brilho da matéria, Não veem que a vaidade é só vã centelha, Que apaga-se no vento, frágil e enganosa.
Desconhecem que a matéria não nos pertence, Pois tudo é pó que o tempo logo consome, E o homem, iludido, perde até seu nome, Na busca de um tesouro que não se sente.
Vivem alheios ao poder que é amor, A força que sustenta o céu e a vida, O sopro que consola e dá guarida.
Por isso se perdem de si mesmos e sofrem, Errando em labirintos de ambição, Sem ver que o amor é a única direção.
By Rick Steindorfer 01/06/2026
By Rick Steindorfer
Enviado por By Rick Steindorfer em 01/06/2026
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