

O meu diálogo com as almasNas veredas do silêncio encontro ecos que não cessam, perguntas se erguem como sombras que não se dissipam, a cada instante o coração pulsa em busca de sentido, mas o tempo, soberano, apenas observa sem respostas, e eu caminho entre véus de mistério e claridade, na esperança de que o invisível se revele em mim.
As perguntas que não querem calar se tornam companheiras, como aves que circundam o céu sem pouso definido, elas me lembram que a vida é feita de enigmas, que o humano é feito de sede e de ausência, e que o destino é um livro escrito em páginas ocultas, onde cada linha é um sopro de eternidade.
As respostas que parecem insanas surgem como relâmpagos, rasgam o horizonte da mente e deixam rastros de fogo, não sei se são delírios ou revelações divinas, mas nelas encontro o espelho da minha própria alma, um reflexo que me desafia e me consome, como se o infinito fosse apenas um suspiro.
Sinto a eternidade refletir no meu coração, um pulsar que não se mede em horas ou dias, mas em instantes que se tornam eternos ao serem vividos, como se cada olhar fosse um portal para o além, e cada palavra um rito de passagem secreta, na dança sagrada entre o finito e o eterno.
By Rick Steindorfer 17/06/2026
By Rick Steindorfer
Enviado por By Rick Steindorfer em 17/06/2026
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