

Soneto à Casa dos PaisNo solo antigo, o lar se ergue altivo, De paredes brancas, telhas cor do sol, Ali vivi meu tempo mais sensitivo, Sob o abraço terno do arrebol.
O portão guarda risos e lembranças, O vento traz murmúrios de infância e flor, Cada canto ecoa doces esperanças, E o chão ainda pulsa o mesmo amor.
A luz que desce — mão do céu, divina — Toca o telhado, abençoa o viver, Como se o tempo ali jamais termina.
E o coração, ao ver, volta a entender: Que o lar dos pais é chama que ilumina, Mesmo distante, nunca deixa de aquecer.
By Rick Steindorfer 📅 26/06/2026 By Rick Steindorfer
Enviado por By Rick Steindorfer em 26/06/2026
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