

Sob a Égide da AlegriaQuando danço é só alegria, e cada movimento se torna celebração da vida, como se o corpo fosse instrumento de pura liberdade. O ritmo invade a alma e abre caminhos para o coração se expandir, sem limites, sem barreiras. É nesse instante que o tempo se dissolve e o presente se torna eterno, feito de instantes luminosos.
Quando rio extravaso, e o riso se transforma em ponte entre mundos interiores e exteriores, revelando a simplicidade do existir. É como se cada gargalhada fosse um sopro de renovação, limpando as sombras e trazendo luz. O riso é a linguagem universal da alma, capaz de unir e de curar.
Quando gargalho purifico, e o som que ecoa é mais que expressão: é catarse, é libertação. O gargalho abre espaço para o inesperado, para o desmedido, para o que não se controla. Ele é o sopro que varre as dores e deixa apenas a essência da alegria, pura e cristalina.
Sou eterno quando sinto, abro espaço para que o coração se torne infinito, acolhendo cada emoção como parte de um todo maior. O sentir é a raiz da eternidade, pois nele se encontra a verdade da vida. E nesse espaço aberto, danço, rio e gargalho, purificando-me a cada instante.
By Rick Steindorfer Piracicaba, 13 de agosto de 2026
By Rick Steindorfer
Enviado por By Rick Steindorfer em 13/08/2026
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