

Soneto da Torre e da AlmaNa torre antiga, a alma se confina, sonhando o céu além da pedra fria; o corpo é cárcere, a mente é menina, que o vento chama à luz da poesia.
O príncipe, em si mesmo, se inicia, no fio sutil que o destino afina; a vontade é besouro que caminha, e o mel da intenção lhe guia a via.
Respira a corda, e o espírito se lança, rompe o castelo, e à vida se avança, livre do peso que o corpo encerra.
E quando a alma, em fuga, se liberta, descobre em si que o amor desperta, e o céu começa onde a dor se encerra.
By Rick Steindorfer Piracicaba, 24 de agosto de 2026
By Rick Steindorfer
Enviado por By Rick Steindorfer em 24/08/2026
Comentários
|