

Soneto do Chi Kung no Corpo VivoNo corpo vivo, o Chi desperto flui, Por entre veios feitos de memória; Nas rachaduras, silencioso, inclui O sopro eterno que redesenha a história.
O corpo respira, move e evolui, Guardando em si da Terra a trajetória; E a luz da pomba, quando o alto institui, Banha de paz sua sagrada glória.
Não são feridas, mas caminhos vivos, Por onde o alento cósmico passeia; Transformando os limites em motivos.
No centro, a força universal semeia Movimentos sutis, puros, cativos Da grande dança que o infinito tece e anseia.
Ricardo Steindorfer Proença 05 de outubro de 2026
By Rick Steindorfer
Enviado por By Rick Steindorfer em 05/10/2026
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