

À Luz da ConsciênciaSentiu a morte chegar, mansa e silenciosa, Qual sombra leve ao cair da tarde fria; E a alma, já despida da vaidade ansiosa, Viu outro céu nascer onde o temor havia.
A consciência, então, tomou conta do ser, Fez de cada lembrança um clarão de verdade; E tudo o que vivera pôde compreender, No espelho luminoso da maturidade.
Os risos e as dores ganharam novo sentido, Nada foi em vão no caminho percorrido, Nem mesmo a lágrima perdida na aflição.
Pois nada se desfaz na eterna caminhada, Tudo é ganho da alma em sua longa jornada, E a morte era apenas passagem, não extinção.
Ricardo Steindorfer Proença 16 de outubro de 2026
By Rick Steindorfer
Enviado por By Rick Steindorfer em 16/10/2026
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